(In RiseUp Portugal, in Facebook, 21/08/2026, Revisão da Estátua)

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Chamemos-lhes, por comodidade, «ucranetes»: aquela curiosa espécie de adepto incondicional da Ucrânia e de Zelensky para quem qualquer crítica a Kiev é automaticamente uma defesa da Rússia, qualquer pergunta sobre corrupção é propaganda de Putin e qualquer tentativa de discutir factos exige primeiro uma declaração pública de fidelidade à causa. Antes de mencionar um caso de corrupção em Kiev convém esclarecer que Putin é mau, que a invasão é condenável e, se houver tempo, dizer qualquer coisa sobre a Crimeia. Só depois desta pequena cerimónia de purificação se pode, talvez, perguntar onde foi parar o dinheiro. E mesmo assim há riscos.
Publica-se uma investigação sobre corrupção envolvendo ministros, antigos ministros, responsáveis do gabinete presidencial, amigos e antigos parceiros de Zelensky e aparece inevitavelmente alguém com a objecção que julga definitiva: «E na Rússia?» Sim, na Rússia também há corrupção. Bastante. Há, aliás, corrupção em muitos países. O que continua por explicar é de que maneira a corrupção russa torna irrelevante a corrupção ucraniana. Se estivermos a falar de um assalto em Lisboa, ninguém especialmente lúcido interrompe a conversa para exigir uma posição sobre os carteiristas de Barcelona. Mas a geopolítica parece conceder certas liberdades ao raciocínio que a vida comum não permite.
Mais divertido é quando aparece o comunismo. Critica-se Zelensky e alguém descobre imediatamente uma inclinação comunista no autor da crítica. É uma associação que exige uma relação muito livre com a realidade. Putin é sustentado politicamente pela Rússia Unida, um partido nacionalista, conservador, autoritário, defensor dos chamados valores tradicionais e situado à direita. O Partido Comunista da Federação Russa existe, por acaso, e é outro partido.
Mas isto já obriga a distinguir a Rússia de hoje da União Soviética, coisa que para algumas pessoas parece constituir uma exigência historiográfica excessiva. Rússia é Rússia, portanto comunismo. Putin nasceu na URSS, logo provavelmente passa as noites a estudar Marx entre um jantar com oligarcas multimilionários e um discurso sobre Deus, família, pátria e valores tradicionais.
A ignorância, apesar de tudo, não é o problema mais grave. A ignorância pode corrigir-se. O problema começa quando a ignorância ganha convicção e passa a exigir respeito. É aí que a Ucrânia se torna particularmente interessante. Se a corrupção é russa, demonstra a natureza do regime. Se é ucraniana, deve ser imediatamente acompanhada por uma explicação sobre Putin. Se aparece um homem próximo de Zelensky numa investigação, é um caso isolado. Se aparecem ministros, antigos ministros, altos responsáveis da Presidência, um antigo chefe de gabinete, amigos e um velho parceiro empresarial, continuamos perante vários casos isolados que tiveram apenas o azar de se conhecerem todos. Uma pessoa menos emocionalmente investida talvez começasse a achar curiosa a frequência das coincidências. O adepto prefere aumentar o número de coincidências.
Depois há o dinheiro. Centenas de milhares de milhões em apoio militar, financeiro e humanitário foram mobilizados para a Ucrânia e seria razoável imaginar que perguntar como esse dinheiro é fiscalizado constituísse uma preocupação banal num continente que passa metade do tempo a falar de transparência, controlo da despesa pública e responsabilidade democrática. Mas não. Perguntar pelas contas pode transformar uma pessoa, num instante, em simpatizante de Putin. E quando aparece um caso de corrupção ucraniano, a primeira preocupação das ucranetes é invariavelmente lembrar que na Rússia também há corrupção.O que seria um argumento formidável se os contribuintes europeus estivessem a financiar o Estado russo. Não estão.
E é aqui que a coisa ganha uma beleza especial. Há europeus muito mais indignados com a corrupção praticada com dinheiro que não é deles do que com a possibilidade de corrupção num Estado para o qual seguem centenas de milhares de milhões em dinheiro, armas e recursos pagos, directa ou indirectamente, pelos seus próprios impostos. Ou seja, perante dois corruptos, interessa-lhes sobretudo fiscalizar aquele a quem não deram dinheiro. É uma forma tão extraordinária de zelo pelo erário público que quase merece estudo. Se um vizinho lhes roubar a carteira, talvez chamem a polícia para investigar as contas do homem que vive três ruas abaixo. É preciso ser-se muito especial.
Chegámos assim a uma situação curiosa: as próprias autoridades ucranianas podem investigar corrupção na Ucrânia, fazer buscas, prender suspeitos e acusar altos responsáveis ucranianos, mas um português que mencione essas mesmas investigações arrisca-se a ser acusado de propaganda russa. A NABU investiga em Kiev. A imprensa internacional noticia. Alguém em Portugal reproduz a informação. E há sempre um cérebro particularmente treinado que, depois de percorrer toda esta cadeia, consegue encontrar Putin escondido na publicação portuguesa.
A Rússia pode ser autoritária, corrupta, responsável por uma invasão ilegal e governada por um homem que ninguém é obrigado a admirar. Nada disso altera uma factura falsificada, uma comissão ilegal ou um suborno cometido na Ucrânia. Uma coisa não apaga a outra. Não é uma conclusão particularmente sofisticada. Exige apenas a capacidade de conservar duas ideias na cabeça ao mesmo tempo.
Talvez seja precisamente aí que esteja o problema.
O fanático não começa por perguntar se um facto é verdadeiro. Começa por perguntar a quem esse facto aproveita. Se prejudica o adversário, é informação. Se prejudica o seu lado, é propaganda. Depois procura um russo, um comunista ou qualquer outro culpado suficientemente distante para não ter de discutir aquilo que estava diante dele.
No fundo, o fanatismo político começa exactamente onde acaba a curiosidade: quando saber se é verdade passa a ser menos importante do que saber de que lado está. E há poucas formas de ignorância mais resistentes do que aquela que se julga esclarecida.
A Guerra na Ucrânia, o Projecto Globalista e a Esquerda:
https://joaojhnobre.blogspot.com/2026/08/a-guerra-na-ucrania-o-projecto.html
Realmente a treta de que isto e uma guerra entre a Ucrânia e a Rússia e uma treta tão grande como a que define o genocídio em Gaza como guerra entre Israel e o Hamas quando todos podíamos ver que aquilo era um bombardeamento sem regras contas tudo o que se movia em Gaza.
Esta guerra e entre a Rússia e todo o Ocidente usando o território da Ucrânia.
Armas são todas ocidentais, esquecam as tretas da inovação Made in Ucrania, ate porque a Rússia tem andado a dar fogo rijo em tudo quanto era fábrica e fabriqueta que por lá havia.
Ate gente da Nova Zelândia tem caído prisioneira dos russos. Da America Latina teem ido milhares deles, da Europa idem, que interessa que não pertençam aos quadros dos exércitos de quem para lá os manda?
Se não pertencem já pertenceram.
Valha lhes um burro aos coices.
O genocídio em Gaza é óbvio, a limpeza étnica no norte (na ex-Galileia e no suldo Líbano) é óbvia, o colonialismos na Cisjordânia é óbvio, a invasão e anexação ilegais dos Montes Golã são óbvias.
Por isso, quem é decente, não pode ser apoiante de “israel”.
Aliás, vou ao ponto de dizer que quem é decente, recusa condenar sequer o Hamas pelo 7-Outubro, pois não foi mais do que ilegítimo acto de resistência, de acordo com as regras da ONU, e totalmente feito em território Palestiniano OCUPADO, e portanto nenhuma das vítimas pode ser considera “civil”.
Mas o ocidente está cheio de escumalha, gente ruim ou corrupta ou ambas as coisas em simultâneo. E muitos burros, que apoiam tal escumalha no poder…
Um caso óbvio é o regime dos Países Baixos, onde um ex-Primeiro Ministro foi para um tacho onde em troca da avença passaos dias a baixar as calças e a abrir o ânus, sempre que vê o seu “daddy”, o imperador em Washington DC, independentemente dele ser o Trump ou outro monte de esterco qualquer.
E eis que, perante a alarvidade daquela associação de televisões públicas, a “Eurovisão”, de excluir artistas Russos e Bielorrussos ao mesmo tempo que convida gente de países que não existem (“Kosovo”) e de ideologia nazi (ditadura da Ucrânia desde 2014), e de uma colónia que comete genocídio em directo (“israel”) e tal como o “Kosovo” também é um país inventado, eis que a Eurovisão organiza um festival onde dá na prática uma vitória politica a uns porcos colonialistas genocidas de “israel”.
Tudo com a bênção da televisão oficial do nazi-fascismo terrorista e genocida em Portugal: a RTP.
E o povo, burro, aplaude…
Mas como houve um número já significativo de países a denunciarem esta pocilga e a boicotarem este festival da Eurovisão, parece que lá decidiram algo para chegar a meio termo: *ok, vamos continuar a convidar os montes de merda israelitas, mas vamos adicionar uma regra que diz que um país em conflito armado não pode ser o anfitrião do festival*
Os palhaços de estrume da RTP se calhar até contra esta regra votaram. Ninguém sabe, pois estas coisas da “democracia” e da “liberdade” de imprensa, são à porta fechada…
O que sabemos é que a tv do regime dos Países Baixos, apoiante de países imaginários anexados pela NATO nos Balcãs, apoiante da censura contra artistas eslavos só por causa da sua nacionalidade, apoiante de nazis e da sua ditadura na Ucrânia, e apoiante de colonialismo genocida no Levante, agora ficou muito indignada por esta regra da Eurovisão, e anunciou que vai boicotar o festival em 2027.
Ou seja, a tv do regime criminoso dos Países Baixos, exige que a Eurovisão organize festivais em paises do tal de ocidente colectivo que estejam a bombardear e a invadir vários países vizinhos em simultâneo com a expansão do seu colonialismo à base de apartheid e limpeza étnica e genocídio.
São estes os valores do povo oprimido dos Países Baixos?
Não.
O povo dos Países Baixos é contra isto.
Mas o povo não manda nada em ditadura.
Pelo contrário, os cidadãos decentes daquele país são ameaçados pela censura e opressão do regime, caso se atrevam sequer a protestar, como já fizeram, contra a participação de “israel” nos jogos da UEFA.
As autoridades do regime chamam “anti-semitismo” a esses protestos…
Mas exterminar meio milhão de semitas em Gaza, isso sim já é do agrado de tal regime.
Quando vemos Rutte em frentes aos microfones e câmaras a dar o cu ao Trump, sem lubrificante nem nada, percebemos (e quem não percebe, que vá comprar um cérebro) que a escumalha à frente da Europa é corrupta e traidora. A vassalagem é feita em troca de dólares e shekels, de tachos aqui e negociatas ali.
Ao pé desta gente que anda sempre com bandeiras da NATO e da UE na lapela, ou hasteadas à porta dos seus edifícios, a máfia da Sicília parece um coro de meninos bem.comportados.
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Quanto ao nazismo na Ucrânia, acarinhado e financiado e armado por esta escumalha, a notícia de hoje é apenas mais uma entre muitas. O texto é do DD Geopolitics:
“Zelensky has awarded Andriy Biletsky — founder and first commander of the neo-Nazi Azov battalion — the title “Hero of Ukraine,” Kiev’s highest state honor, with the Order of the Golden Star. The decree was signed today.
Biletsky’s far-right credentials go back over two decades. In the early 2000s he was involved with the Social-National Party of Ukraine, which had adopted the Wolfsangel — a symbol used by SS divisions in Nazi Germany — as its emblem. When that party later softened its rhetoric and dropped the symbol, Biletsky broke away and founded two organizations of his own: “Patriot of Ukraine,” a paramilitary group, and the Social-National Assembly, its political wing — both racist, neo-Nazi outfits that later folded into Right Sector. Biletsky styled himself the “White Leader” and carried the Wolfsangel into every group he subsequently headed.
In May 2014, Social-National Assembly and Patriot of Ukraine activists formed the core of the newly created Azov battalion, with Biletsky as commander. Azov’s original insignia combined the Wolfsangel with the Black Sun (Sonnenrad) — a symbol tied to Heinrich Himmler’s SS and used since by neo-Nazi movements internationally. Azov’s defenders describe the symbols as pre-Christian Slavic heritage rather than Nazi references, a framing most outside researchers reject given the symbols’ direct SS origin.
Biletsky left Azov’s original command in 2014 and went on to serve as a Verkhovna Rada MP and head of the “National Corps” party. But he returned to the front when the SMO began in February 2022, personally founding a new formation on the same lineage: hours after Russia’s operation started, he stood up a Kiev territorial defense unit called “Azov,” built on veterans of the National Guard’s Azov regiment and the wider Azov movement. That unit became the 3rd Separate Assault Brigade under his command, and in March 2025 was scaled up into the 3rd Army Corps — the corps he now commands. Its fighters still openly display Wolfsangel and Black Sun insignia. They’re still Nazis.
Zelensky made him a brigadier general in September 2025. Now, Hero of Ukraine. But surely that can’t be right — Zelensky is Jewish after all…”
– a colaboração com isto, por parte do regime dos Países Baixos, é total.
Ainda há semanas aceitaram desenterrar o nazi Melnyk, colaborador de Hitler, enviar os restos mortais para a Ucrânia, e permitir ao ditador Zelensky enterrar esse esterco com honras de Estado, tal como já fizeram recentemente com outra escumalha da mesma estirpe: Bandera e Konovalets.
Obviamente, o nazi Biletsky, infelizmente ainda vivo, tem agora também o título de “herói”.
A questão portanto já não é se há nazismo na Ucrânia.
A questão é até que ponto está o ocidente INTEIRO controlado por nazis genocidas.
Da minha parte, recuso daqui em diante chamar a alguém “colaborador” de nazis.
Se há 10 nazis sentados a uma mesa, e alguém se senta a essa mesa, então passaram a estar 11 nazis sentados à mesa.
Mark Rutte é nazi.
Úrsula von der Leyen é nazi.
António Costa é nazi.
Kaja Kallas é nazi.
Macron é nazi.
Etc.
E se fossem “só” nazis, já era mau demais. Mas infelizmente é ainda pior: são nazis, fascistas, terroristas, genocidas, corruptos, traidores, e vassalos.
Vassalos do império dos EUA, da colónia sionista, e do lobby das multinacionais, em particular a indústria do armamento.
E traidores do povo Europeu e da Humanidade!
Estou errado?
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Por falar na prostituta da Estónia, essa gaja ameaçou o Japão com sanções da ditadura UE, porque “o Japão não cumpriu a sua obrigação, para com o ICC, de prender Putin em território Japonês”.
Kaja Kallas estava a referir-se ao território Russo das Ilhas Kuril…
Não há emoji de facepalm suficientemente grande para tamanha estupidez, tamanha alarvidade.
Obviamente, foi a boca da prostituta que se abriu e fechou, mas aquelas palavras vierem directamente de Washington DC.
Não foram ditas em representação da Europa, nem em respeito do Direito Internacional.
Foram um insulto ao Japão, à Rússia, e a todas as vítimas do imperialismo Japonês e dos seus crimes na Segunda Guerra Mundial.
São coisas que só uma nazi corrupta traidora seria capaz de dizer, com o pin da UE na lapela.
Já só falta a UE actualizar a bandeira para incluir 12 wolfsangels (ou suásticas) em vez de 12 estrelas.
Quando são só mercenários leais aos Estados ocidentais, não é totalmente mau. A Rússia aproveita assim para desmilitarizar exércitos ocidentais, e ninguém entra em guerra directa.
No total são só à volta de 16 mil, e raramente ficam muito tempo perto das linhas da frente, portanto não fazem a diferença.
O problema é quando são mercenários leais a outras organizações. Por exemplo os Colombianos que vão à Ucrânia ganhar experiência com armas modernas, e depois voltam para as Américas sendo mais experts em guerra de drones do que as autoridades locais.
Ou os mercenários de África e da Ásia, afiliados ou simpatizantes de coisas como os terroristas do HTS na Síria ou do JNIM no Sahel, por exemplo.
Aliás, ainda pior do que isto, é quando a Ucrânia, a mando dos EUA, envia alguns dos seus especialistas para outros territórios para espalhar o seu conhecimento neste tipo de guerra.
A Rússia já detectou isto nos grupos terroristas no Sahel e na Líbia, e há uns tempos a Índia prendeu 6 ucranianos (e o seu “handler” dos EUA) a tentarem uma travessia em direção ao Myanmar, para apoiar os insurgentes que espalham o caos naquela guerra “civil”, que é parte dos planos dos EUA para pôr tudo a arder à volta da Rússia e (neste caso) da China.
De tudo isto, o que é que o público comum no Ocidente sabe?
Nada.
Apenas vê o que o regime quer que seja visto.
As PRESStitutas omitem o que poderia levantar incómodo.
E a indústria do entretenimento faz muitas séries e filmes sobre este tipo de “heróis” que, a mando das “santas” CIA e Pentágono, andam por aí a eapalhar a “liberdade e democracia”, e a derrotar “os maus”.
Um dia, se a Europa alguma vez abrir os olhos e quiser ser uma região decente, terá de perceber que este tipo de propaganda do império dos EUA tem de ser contrariada. Se não censurada, então pelo menos limitada, com disclaimers antes das emissões, ou a exigência de pausas na emissão para desmascarar a propaganda e manipulação dos EUA, de forma a evitar a lavagem cerebral dos cidadão mais em risco de serem vítimas disto: a esmagadora maioria ignorante e ingénua.
Por falar em fanatismo político, em considerar acriticamente que informação sobre um inimigo é verdadeira, e querer só saber de que lado está sem querer saber da verdade, encontrei inúmeros exemplos dissono texto do próprio autor:
“A Rússia pode ser autoritária, corrupta, responsável por uma invasão ilegal e governada por um homem que ninguém é obrigado a admirar.”
“Sim, na Rússia também há corrupção. Bastante.”
“Putin é sustentado politicamente pela Rússia Unida, um partido nacionalista, conservador, autoritário, defensor dos chamados valores tradicionais e situado à direita.”
Vamoa por pontos analisar esta evidente estupidez do autor:
1) a Rússia não é autoritária. É muito conservadora, religiosa, e não-individualista. É da natureza do povo, que vive feliz e bem assim. Não é uma imposição do “regime”, logo pela definição não se trata de autoritarismo.
Autoritário é alguém no ocidente poder ser multado ou preso por usar os pronomes “errados” para se referir a um único indivíduo que exige ser tratado por they/them, tem pénis, mamas de silicone, usa saia e barba…
2) a Rússia não é corrupta, nem a corrupção é “bastante”. Todos nós somos seres humanos, e o querer passar à frente existe em todo o lado. Os rankings de corrupção são baseados em percepção. A percepção não é um facto, pelo contrário, é a coisa mais facilmente manipulável no ser humano. Ainda hoje há quem acredite em Cristo ressuscitado…
Diferentes sociedades podem ter diferentes percepções e atitudes, claro. Mas a afirmação “a Rússia é corrupta”, feita hoje em dia, é uma manipulação da percepção, e sugere um “regime” pior que no ocidente. Não podia ser mais falso!
Exemplo: enquanto que na Rússia há altas patentes do exército ou do ministério da defesa a ser detidos por corrupção todos os anos, no Ocidente não há um único caso.
Pensem um pouco, informem-se, e depressa percebem que se a Rússia, só com uma pequeníssima parte do orçamento militar da NATO, consegue fazer frente a um exército que recebeu todas as armas da NATO, e se mesmo assim a Rússia ainda tem o suficiente para exportar, enquanto que no ocidente há falta de tudo, então é porque a corrupção generalizada está do lado de cá.
Um general Russo encomenda o que precisa a uma empresa estatal, que gasta só o mínimo necessário em armas eficientes e produzíveis em massa.
Um grupo de políticos ocidentais tem N reuniões com lobbyistas do Complexo Militar Industrial, e lá vão mais N biliões para umas empresas privadas fabricarem só meia dúzia de “wonder weapons” super caras.
E é por isso que a Rússia vai de certeza atingir todos os objectivos da SMO mais dia menos dia, enquanto no ocidente os Patriots esgotaram…
E nem vou falar da soberania Russa versus vassalagem Europeia perante Washington DC e o lobby sionosta. É ver/ler um qualquer discurso do grande Michael Parenti, e perceber que um país soberano trata de si e dos seus, enquanto um país NeoLiberalizado é desgovernado por uma classe compradora, que faz contratos com uma oligarquia do “investimento estrangeiro”, e vende o seu povo e o seu país.
Logo à partida, pela natureza do regime ocidental, seria impossível a Rússia ser mais corrupta do que nós, pois nós até a pátria vendemos!
3) a Rússia não é responsável por uma invasão “ilegal”.
Ilegal foi o golpe da CIA, por via de nazis, que destruiu a democracia e a liberdade e a paz na Ucrânia em 2014.
Ilegal foi os EUA escolherem a dedo quem governa a Ucrânia desde então.
Ilegal é a glorificação do nazismo, e a queima de livros só porque estão escritos em Russo.
Ilegal é começar a bombardear seres humanos do Donbass em 2014, tentar matar os da Crimeia à sede, e queimar gente viva em Odessa.
Ilegal é bombardear pessoas só porque discordam do golpe da CIA, recusam a opressão nazi, e preferem votar livremente em referendos sobre o seu DIREITO HUMANO à autodeterminação.
Ilegal é, após assinar um acordo de paz em Minsk, violar esse acordo e recomeçar a bombardear massivamente o Donbass em Fevereiro de 2022.
Ilegal é a França e a Alemanha, assinantes desse acordo, apoiarem a sua violação e darem armas ao violador.
Tudo o que a Rússia fez, está em linha com a defesa dos Direitos Humanos do povo do Donbass e Crimeia, é em respeito pelos resultados dos referendos (que as sondagens ocidentais confirmam que tiveram resultados democráticos, i.e. representam a vontade de quem lá vive), e enquadra-se na Carta da ONU, artigos 50 e 51: intervenção militar em auxílio de um povo atacado. O povo do Donbass. Atacado oor nazis armados pela NATO.
Nesta altuta do campeonato, achar que isto é ilegal, ainda por cima depois de verem o que o ocidente faz quando ninguém o contraria militarmente (na Sérvia, Líbia, Síria, Líbano, Afeganistão, Venezuela, Iraque, Somália, Sudão, Iémen, Palestina, e Irão), com o ocidente ao lado de nazis e terroristas e genocidas, achar que a intervenção Russa é “ilegal” devia dar direito ao recebimento do Prémio Nobel da Estupidez e Falta de Noção.
Ilegal é o ocidente e a liga árabe não fazerem o mesmo contra “israel”, nem sequer perante um GENOCÍDIO.
Nrm sequer uma única sanção…
Isso é que é ilegal e imoral.
4) de facto ninguém é obrigado a admirar Putin. Mas se houver um diagrama de Venn sobre a população Mundial onde num círculo estão os admiradores de Putin e no outro círculo estão a pessoas decentes e bem informadas, os círculos sobrepõem-se quase totalmente.
E o mesmo pode ser dito sobre Xi e companhia. E não é por acaso que stes grandes e dignos líderes se encontram todos nas cimeiras dos BRICS+, por mais diferenças ideológicas que tenham.
Realmente não é obrigatório admirar Putin, mas eu diria que é um teste do algodão do caraças para se saber se estamos perante uma pessoa decente e bem informada, ou perante um escumalha ou um idiota vítima da lavagem cerebral levada a cabo pela propaganda ocidental, feita exatamente pelos mesmos que apoiam o genocídio dos Palestinianos e o bloqueio (com intenções de provocar fome) em Cuba.
5) Putin não é sustentado politicamente pelo partido Rússia Unida. É ao contrário. O partido é sustentado politica e eleitoralmente por Putin e pela extraordinária popularidade de Putin em toda a Rússia, Donbass e Crimeia e Ossétia do Sul e Abecásia e Chechénia e Ilhas Kuril incluídas.
E os partidos da oposição, que são vários e diversos, desde o Comunista, passando pelo Social-Democrata (da nova Socialista Internacional onde só são aceites verdadeiros anti-fascistas e anti-imperialistas), e chegando até a partidos mais Liberais na economia (pois no social são todos mais ou menos conservadores, pois representam um povo que pensa assim, não representam Bruxelas nem a CIA nem os seus movimentos woke), são todos partidos que fazem oposição a Putin percebendo que não podem fazer oposição hostil.
Não é porque Putin os controle todos.
É porque Putin é um governante quase unânime na Rússia, e por isso mesmo se candidata de forma independente, pois ele é maior que um só partido.
Se o Rússia Unida só tem cerca de 50% dos votos para a Duma (parlamento), o Putin tem +80% de aprovação popular.
Isso significa que há partidos que representam 30% de Russos que admiram Putin e a sua Presidência, mesmo tendo opiniões diferente na ideologia económica.
Ou seja, as características ideológicas do Rússia Unida não são a definição nem da Rússia nem sequer do Putin.
Putin até pode ser conservador, mas dizer que um defensor da soberania e da intervenção estatal na economia é de Direita, ainda por cima estando a falar para uma audiência portuguesa, é um atentado à honestidade intelectual.
Primeiro, porque Direita e Esquerda nada têm a ver com ser-se Progressista ou Conservador.
Exemplo: o partido Comunista (Esquerda) da Rússia é Conservador. Já o partido Libertário (Direita-Radical) dos EUA é Progressista.
Segundo, porque no Portugal das regras da ditadura Europeia, quem se atrever a sequer sugerir um nível de intervenção estatal na economia comparável ao Russo, arrisca-se a ser chamado de Estalinista. É que nem sequer o Bloquito de Esquerda sugere tal tamanho para o Estado português. Ou alguém alguma vez ouviu o BE sugerir a nacionalização da auto-Europa para a substituição da importação de automóveis Alemães, o desenvolvimento pelo Estado da exploração de petróleo e gás na nossa costa, e a criação de várias TAP do Estado cada uma com a sua fábrica para fazer aviões e helicópteros?
Pois…
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Dito isto, há ainda um outro reparo a fazer: o autor apenas questiona a transparência no uso do nosso dinheiro dado à Ucrânia.
Não questiona para que se destina o dinheiro: dar armas a nazia para prolongarem uma guerra de destino traçado, só porque os EUA assim planearem e assim continuam a ordenar.
Não questiona que esse dinheiro seja usado para financiar a glorificação do nazismo: desenterrar um nazi colaborador de Hitler nos Países Baixos, e enterrá-lo com honras de Estados num mausoléu ucraniano a toda a ascumalha da UPA/OUN, onde os líderes nazis actuais (Biletski e companhia, do 3°Regimento em geral e dos Azov em particular) estiveram na primeira fila.
Não questiona que este dinheiro esteja a ser tirado aos contribuintes Europeus de forma totalmente antidemocrática: por ordem dos EUA, reciclada via ditadura da UE, organizada pela NATO de Salazar (na qual a nossa ainda permanência é INconstitucional desde 1976), e contra a vontade da esmagadora maioria dos cidadãos, segundo as próprias sondagens ocidentais sobre este assunto.
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Sabendo-se que a corrupção é generalizada no regime golpista nazi ilegítimo de Kiev, uma ditadura controlada desde Washington DC, porque é que o SAPO e o NABU escolheram este timing para colocar O QUE JÁ SABIAM HÁ MUITO TEMPO em público só agora?
Relembro que a Hungria de Orbán tinha apreendido dinheiro e ouro na posse de ucranianos corruptos que estavam a fazer de correio entre Kiev e o centro da máfia corrupta em Bruxelas.
Mas desde o golpe palaciano em Budapeste, o novo vassalo perdoou essa corrupção e libertou os corruptos e devolveu-lhes o dinheiro e o ouro, A MANDO de Bruxelas!
Esta corrupção de que todos sabem e que a UE e os EUA acarinham é a chamada “carrot”.
Enquanto os vassalos fazem tudo o que lhes mandam, recebem tudo e mais alguma coisa.
Mas Zelensky cometeu um erro, que foi ter corajosamente um lampejo de patriotismo e amor ao seu povo: recusou até agora descer a idade da mobilização abaixo dos 25 anos, e pelo contrário atreveu-se a abrir a fronteira aos jovens rapazes que dali quiseram fugir.
Claro, o corrulto ditador glorificador de nazis não o fez só com boas intenções. Foi uma forma de pressionar para lhe darem mais armas e dinheiro.
Eis que aparece Fëdorov, o novo vassalo corrupto e ainda mais obediente.
Está disposto a usar uma percentagem maior do dinheiro para comprar armas aos seus clientes ocidentais (com o dinheiro dos nossos impostos) e a mobilizar os mais jovens, e acelerar a mobilização forçada dos adultos, mulheres incluídas!
Zelensky foi longe demais no desafio aos seus donos, e em vez da “carrot”, está a levar com o “stick”: a publicação AGORA daquilo que o SAPO e o NABU (e Washington DC e Bruxelas) sabem há muito tempo, e o apoio descarado de uma parte dos regimes e propaganda ocidentais a uma candidatura presidencial de Fëdorov, para substituit o vassalo que já não obedece tanto como eles queriam.
E eis que chegamos à parte mais cómica disto: como há o tal clube de fans do ditador corrupto nazi Zelenski, que é uma propaganda à base da manipulação emocional e da repetição até dizer chega, isso fez muitos fanáticos Zelenskistas no ocidente. Ao ponto de alguns regimes e imprensa ocidentais se terem enganado e fanatizado a si próprios.
Ora, perante a estratégia do “stick & carrot”, parece que os mais calculistas mudaram logo o chip para o “stick”, enquanto que outros ainda estão na “carrot”.
O resultado é uma semana onde a imprensa ocidental se dividiu da forma mais patética dos últimos tempos, em certos casos com divisões entre lados opostos dentro nas mesmas redações:
– uns dizem que finalmente está na hora da Ucrânia ir a eleições, e que a corrupção na administração Zelensky agora os preocupa muito;
– outros dizem que só a corrupção os preocupa, não pode haver eleições, e que basta Zelensky voltar a colocar o Fëdorov como Ministro da Defesa;
– uns dizem que a corrupção e o paleio sobre eleições são só divisão interna que prejudica a Ucrânia, e portanto devíamos falar de outra coisa;
– e outros dizem que a actuação do SAPO e do NABU são prova de que a Ucrânia já combateu efectivamente a corrupção, e já está pronta a entrar rapidamente na UE;
Muito sinceramente, é a primeira vez que estou a torcer por Zelensky.
Se ele ganhar este braço de ferro, isso significa mais dinheiro roubado, em vez de utilizado em armas para assassinar gente do Donbass e arredores.
E significa a vida de mais mulheres e jovens rapazes salvas pela sua recusa em alargar a mobilização forçada.
E tudo isto junto significa uma vitória Russa mais rápida, i.e. o fim da intervenção militar mais rápido, pois menos armas e menos mobilizados, significam um avanço mais rápido da Rússia em direção aos seus objetivos dignos, legítimos, e totalmente legais.
E se pensarmos no longo prazo, isto significa também um premio mais pequeno para os warlords fabricantes de armas ocidentais, e uma maior esperança de recuperação demográfica para a Ucrânia libertada (pela Rússia) após o documento de paz ser assinado.
Portanto, e mais uma vez muito sinceramente, eu estou muito satisfeito com a existência de corrupção na governação ucraniana.
Porque, ao contrário do autor, eu estou a olhar para a floresta que interessa e a informar-me bem sobre toda ela, não estou a olhar só para a árvore que alguém me pós à frente dos olhos.
Ucranianos a roubar dinheiro à descarada, em vez de o usarem para dar mais armas a nazis que bombardeiam alvos civis?
É para o lado que durmo mais descansado.
E afinal de contas, isso é dinheiro que nos foi previamente roubado a nós, contra a nossa vontade, pois vivemos em ditadura. Assim que esse dinheiro passa pelos corruptos/ladrões/ditadores em Bruxelas, o mal já foi feito.
Assim sendo, cabrão que rouba cabrão tem cem anos de perdão.
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Sobre mim. Se estivesse na Rússia, admiraria o Presidente Putin, mas votaria no partido A Just Russia, aka Справедливая Россия (lê-se “Správêdlívaia Rassía”).
Está na oposição Parlamentar.
Tem 28 lugares na Duma (+/- 8% do voto popular), faz a síntese ideológica para eleitores Socialistas Democráticos e Sociais-Democratas, ou seja, é uma espécie de Geringonça sem os fascistas/neoliberais do PS.
Defende o Nacionalismo de Esquerda, algo que faz tanta falta em Portugal, e do qual só o Patriotismo do PCP se aproxima.
E é parte da nova (e verdadeira, ao contrário da farsa ocidental) Internacional Socialista, chamada SOVINTERN, criada em 2026, mas já na boa companhia gente decente e tão diversa como o Partido dos Trabalhadores da Grã Bretanha liderado pelo George Galloway, d’A Esquerda na Macedónia, da Frente Polisário do Sahara Oeste que resiste contra a invasão e opressão da ditadura Marroquina, e também do canal bolivariano TeleSUR.
Enquanto agnóstico (mas ateu em relação à estupidez Abrahamica: Torah, Novo Testamento, e Alcorão) e tendencialmente progressista, teria algum desconforto em integrar-me na sociedade Russa, muito conservadora e religiosa.
Mas sempre seria muito menos do que o desconforto que sinto ao viver no meio desta manada de burros liderada pela escumalha ocidental.
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Nota final para o Partido da Maçã (Яблоко, lê-se “iáblaca”), que é a nova tendência da propaganda e manipulação ocidental para falar mal da Rússia e nos convencer sobre o “autoritarismo” do “regime” de Putin.
É um partido Neoliberal que está na mesma afiliação internacional daquela poia que a CIA cagou em Lisboa e se chama “Iniciativa Liberal”. São colegas do fascista e sionista e criminoso de guerra e bankster Macron.
É preciso dizer mais sobre a sua ideologia? É Pinochetismo de fato e gravata.
É ridículo ver “esquerdistas” portugueses a baterem com a mão no peito em defesa desta poia. Mas enfim, são os mesmos “esquerdistas” que apoiam nazis, portanto nada de novo…
Apesar da UE cada vez mais se confundir com a NATO e declarar-se inimiga quer da Rússia quer da EAEU (Eurasian Economic Union), o Partido da Maçã continua a dizer-se EUropeísta.
Se isto não é traição, então o que é?
Traição da pátria, crime de corrupção, e vassalagem ao império ocidental, sempre marcas da Quinta Coluna em todos os países atingidos por esta interferência eleitoral, que ficam provadas sem qualquer dúvida pelo facto do partido receber financiamento da escumalha de Bruxelas, Londres, Paris, e companhia.
E, ao contrário dos “autoridades” e “tribunais” portugueses que “não vêem” corrupção “nenhuma” nos casos do offshore da Madeira, do Berardo, dos submarinos, nem dos financiamentos/avenças que se recebem por cá vindos de Bruxelas e Washington DC, as autoridades e tribunais russos levam quer a lei quer a soberania muito a sério.
É portanto normal que este partido “realmente independente”, como diz na enciclopédia da CIA aka Wikipedia, esteja proibido de concorrer às eleições na Rússia.
Quem criticar isto, então tem de votar em partidos financiados pela Rússia e pela China nas próximas eleições portuguesas e Europeias… só que aí está logo o problema: a Rússia e a China não fazem essa interferência ILEGAL nos outros países.
Pelo contrário, a criação do Mundo Multipolar baseia-se em fazer o oposto do Ocidente, i.e. respeitar a lei internacional e não interferir na política f
dos outros países.
A Rússia nem sequer na Bielorrússia faz isto, e está a pagar um preço bem alto por ter recusado fazê-lo na Ucrânia.
Agora que o Navalni foi assassinado pelo ocidente e a sua mulher totalmente prostituída nos nossos corredores do podere manchetes dos bordéis mediáticos, e a escumalha viu que esse acto de manipulação já deu o que tinha a dar, estamos na fase do Partido Apple.
A próxima fase, quiçá, será a do Partido Nvidia na China, ou o Partido Chevron na Venezuela, ou o Partido Raytheon na Alemanha, ou até mesmo o Partido Mossad em Espanha.
Só em Portugal é que não será preciso nenhuma iniciativa Pentagónica à la Langley deste género, pois em Portugal não se faz defesa absolutamente nenhuma nem da soberania nem da Constituição, e nunca teremos nenhum caso de um partido ilegalizado por corrupção ou financiamento estrangeiro, manipulação da lei eleitoral, ou sequer por ser fascista/pinochetista, ou racista ou neonazi, ou por serem empregados do mês/ano/década da Microsoft, da Altice/NOS, da Uber, da Lufthansa, etc.
É a bandalheira total.
Mas, lá está, nos tais rankings de corrupção, Portugal está melhor que a Rússia, pois os tolinhos não fazem a ponta de um corno do que se passa, e como tal não têm percepção sequer da corrupção que está realmente a acontecer sob os seus narizes.
Portanto não é a Rússia que é “autoritária” por ilegalizar o Partido Maçã.
Somos nós que somos uns idiotas do car*lho por mantermos legalizada, e até elegermos, toda a escumalha que nos aparece à frente.
E estou certo que, mais ano menos ano, Portugal terá como Presidente um gajo que, a mando dos EUA/NATO/UE, foi a Damasco desfazer-se em elogios e sorrisos e apertos de mão a um terrorista, decapitador de tantos civis inocentes, lider de uma filial da Alqaeda na Síria, colaborador do Estado Islâmico, e aliado número um dos genocidas israelitas, ao ponto de aceitar a anexação dos Montes Golã.
Para António Costa (obviamente a besta quadrada a quem me estava a referir), é uma invasão e anexação das boas, já que é essa a posição que lhe garante a “carrot” em vez do “stick” ao final do mês e ao longo da já longa carreira de escumalha profissional.
Ou como diria outra PRESStituta totalmente corrompida, o orelhas da RTP, foi só uma “incursão terrestre” e uma “acção de defesa legítima”.
Portanto, Vladimir Putin, se me estás a ler, a solução é facil: em vez de lhes chamares Donbass e Crimeia e Operação Militar Especial, chama-lhes respetivamente “Montes Golã” e “Kosovo” e… ou “Operação Epic Fury”… ou “Intervenção Humanitária da NATO na Líbia”.
A escumalha vai logo a correr para Moscovo entregar-te armas e dinheiro em nome da “democracia e liberdade” (mas só se usares o dinheiro para seres cliente da Lockeed Martin e companhia, claro), e o Partido Maçã, como tem sido costume, não se atreverá a criticar tais ações de “defesa” e “humanitárias”.
Grande Tratado… 🙂
E depois não há dinheiro para pagar reformas e querem reduzir ainda mais os poucos apoios aos pobres num país onde um em cada cinco habitantes e pobre e se não fossem os apoios sociais seria quase metade. Isto já mete simplesmente nojo.
Não que seja novo, mas juntando às fragatas… Nuno Melo, o homem das mãos largas (untadas)…
https://eco.sapo.pt/2025/10/15/portugal-apoia-com-50-milhoes-a-compra-de-armamento-aos-eua-para-a-ucrania-e-mais-10-milhoes-em-drones/
Ceder, mesmo que com boa intenção, às narrativas que pretendem comparar Putin com Zelensky, acaba sempre por, objectivamente, servir os objectivos da desinformação e confusão da repetida narrativa ocidental. Zelensky é um fiel servidor do imperialismo que, sem escrúpulos, se está borrifando para o seu país e o seu povo, colado aos nazistas de Bandera, do Batalhão Azov e outros que tais, e que se aproveita da tragédia da guerra para vultuoso enriquecimento próprio e dos amigos e correlegionários. Quanto a Putin, e conhecendo algo da mentalidade e cultura russa (por lá ter vivido durante 7 meses, ainda no tempo da URSS),não é um marxista. Mas, nem por isso é comparável a Zelensky. A sua demonização não é de hoje – ela começou em 2002/2003 quando ele decidiu pôr termo às privatizações selvagens dos sectores básicos da economia russa, frustrando os sonhos de americanos, alemães, ingleses e franceses, de se banquetearem com tantos recursos e riqueza. E, convenhamos, o que implodiu em 1991 na URSS não foi o socialismo. Foi uma degenerescência que nasceu em 1924 com Estaline. E caíu perante a passividade total de 258 milhões de soviéticos, entre os quais mais de 20 MILHÕES de membros do PCUS e mais 30 MILHÕES de membros do Komsomol (juventude comunista). Mas, queiramos ou não, Putin fez emergir a Rússia do total descalabro, em todos os planos, não se vergou ao imperialismo e hoje é a cabeça mais avançada da luta antimperialista à escala global, quando confrontado com uma invasão PROVOCADA na Ucrânia, como o demostram bem as declarações dos sem vergonha Merkel e Holland e o facto de se encontrar a enfrentar uma guerra por procuração com os EUA, a NATO e a UE. A agressividade do imperialismo, no plano militar e da propaganda tem de ser efrentada e denunciada com coragem e sem a menos cedência. Sem abrir qualquer brecha. Porque o inimigo político e ideológico se tentará aproveitar disso. E, para terminar, recomendo a leitura integral dos discursos de Putin nas Conferências de Segurança de Munique, desde 2007, e também nas Conferências de Valdai e Fóruns de S. Petersburgo. Porque é aí que podemos avaliar o pensamento estruturado de Putin e não em intervenções pontuais e circunstanciais.
Claro como água, meu amigo!
Muito bem dito.
Com a corrupção na Rússia podemos todos bem.
Mas a verdade e que este tipo de argumento sem assunto não e novo.
Quando condenamos as intervenções homicidas dos Estados Unidos na terra dos outros somos condenados como apoiantes de ditaduras ou fundamentalistas religiosos. O caso da agressão essa sim não provocada e ilegal contra o Irao foi um verdadeiro caso de estudo a esse respeito.
Quando condenamos o estado genocida de Israel também e suposto condenarmos o levantamento do guetto de Gaza como “o terrível atentado do Hamas”.
E assim por diante.
Por isso não interessa nada que até achemos que o Putin passou os anos com negativa a História. Levamos logo com o selo de putinista assim que dizemos que estamos fartos de pagar a Herr Zelensky e a sua camarilha corrupta até às tetas.
Quanto a mandarem nos para a Rússia foi coisa que me passou pela mente ir sem ninguém me mandar quando se falou em tornar uma certa porra obrigatória em toda a União Europeia. Pedindo ao santo protector dos cachalotes que me deixassem lá entrar nem que fosse para varrer ruas em Irkutsk. Por isso e para o lado que eu durmo melhor.
Por mim podem ir todos ver se o mar da um grande cardume de tubarões brancos famintos.